Pizzinhas vermelhas romanas

Aqui em Roma, em qualquer padaria que vocês entrarem, sempre vão encontrar em destaque, junto com as línguas da sogra e as línguas de pizza, as pizzinhas vermelhas, fininhas e com a textura “crocante”, temperadas com tomate, sal, orégano e muito, muito azeite que as deixa um pouco oleosas mas também extremamente quebradiças e saborosas.

Claro que quis tentar fazê-las em casa e o resultado ficou surpreendentemente muito parecido com o dos fornos romanos.

Geralmente faço bastante, guardo no congelador e depois tiro duas todas as manhãs para o lanche das meninas na escola.

A massa, feita com farinha, água, fermento, sal e azeite, é bem simples de fazer tanto na batedeira planetária quanto à mão, já que a hidratação não é extremamente alta (65%) e os tempos de fermentação, com a quantidade de fermento indicada, não são excessivamente longos. Claro que vocês também podem decidir reduzir a quantidade de fermento para uma fermentação mais longa.

Agora tire um minuto para ler a receita e depois… vamos COZINHAR e COMER!!

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  • Dificuldade: Fácil
  • Custo: Econômico
  • Tempo de descanso: 2 Horas 30 Minutos
  • Tempo de preparação: 20 Minutos
  • Tempo de cozimento: 13 Minutos
  • Porções: 6
  • Métodos de cozimento: Forno
  • Culinária: Italiana

Ingredientes

  • 500 g farinha tipo 00
  • 325 g água
  • 3 g fermento biológico seco (ou 9 g de fermento biológico fresco)
  • 15 g sal fino
  • 20 g azeite extravirgem de oliva
  • 400 g tomate (pelados ou passata)
  • a gosto sal
  • a gosto azeite extravirgem de oliva
  • a gosto orégano seco
  • alguns tomatinhos datterini (opcional)

Utensílios

  • 1 Batedeira planetária
  • 1 Filme plástico
  • 1 Raspador de metal
  • 1 Rolo de massa
  • 1 Assadeira
  • 1 Superfície para sovar
  • 1 Balança de cozinha

Passos

  • Para preparar as pizzinhas vermelhas romanas, primeiro tempere a polpa ou a passata de tomate com azeite, sal e orégano, depois cubra e deixe tomar gosto.

    Nodini ao alho
  • Coloque a farinha na tigela da batedeira planetária, adicione o fermento seco ativo e ligue a batedeira na velocidade mínima por alguns segundos.
    Depois que o fermento estiver bem misturado com a farinha, comece a adicionar a água, aos poucos, sovando em baixa velocidade com o gancho tipo pá.

    Nodini ao alho
  • Continue adicionando o sal e por último o azeite. Neste ponto troque o gancho de pá pelo gancho espiral e continue sovando até a massa atingir o ponto de véu.

    Pizzettes vermelhas
  • Transfira a massa para a bancada, trabalhe-a rapidamente com as mãos e depois coloque-a em uma tigela, cubra com filme plástico e deixe descansar até dobrar de volume.

    Pizzettes vermelhas
  • Uma vez fermentada, transfira a massa novamente para a bancada, divida em 8 pedaços de cerca de 100 g cada e modele cada um juntando as extremidades para o centro e depois boleando, rodando sobre a bancada até obter um bolinho redondo.

    Pizzettes vermelhas
  • Deixe os bolinhos descansarem por mais 20 minutos cobertos com um pano.
    Passada essa segunda fase de fermentação, comece a abrir os bolinhos com as pontas dos dedos, alargando do centro para as bordas. À medida que for abrindo, transfira-os para uma assadeira generosamente untada com óleo.

    Pizzettes vermelhas
  • Antes de temperar cada pizzinha, abra-as mais um pouco na assadeira, pressionando bem também as bordas (o óleo na base da assadeira vai facilitar muito essa operação).
    Cubra toda a superfície com duas colheres de sopa do tomate previamente temperado e, por fim, leve suas pizzinhas vermelhas ao forno estático pré-aquecido a 250°C. Asse por 10 minutos na parte de baixo do forno e nos últimos 3-4 minutos coloque na parte central.
    Ao tirar do forno, tempere com um fio de azeite cru e aproveite suas pizzinhas vermelhas crocantes e saborosas 😉.

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    Pizzettes vermelhas
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cuciniamoemangiamo

Oi Caio, meu nome é Mariarosaria e meu blog cuciniAMO e mangiAMO é meu terceiro filho! Cuido dele com paixão e dedicação, assim como se faz com um filho ou com qualquer pessoa querida. Aqui você encontrará receitas da tradição napolitana, mas não só… não gosto de me impor limites na vida, muito menos na cozinha 😉.

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